Pelo direito de todo mundo votar para presidente dos EUA
Você certamente já deve saber mais das eleições nos EUA do que quais sao os candidatos a governador de seu estado nas próximas eleições locais.Mais ainda, já deve entender toda aquela orgia de “caucuses”, delegados, superdelegados (até em eleição eles inventaram um Super!) e saber mais sobre a Virginia Ocidental do que sobre o Rio Grande do Norte.
Pois é, é assim mesmo. Os EUA são a superpotência, o Bush foi um desastre de administrador – sem falar que mal guerreiro! e depois de toda a merda que ele fez, é claro que a mídia mundial se interessa mais pelas eleicoes nos EUA do que qualquer outra coisa. Tao certos. As eleições estadunidenses sao importantes até pra mim aqui no meu cantinho, tanto que quero o direito de votar nas eleições americanas. Aliás, defendo que todo cidadão do mundo deveria ter o direito de votar na eleição americana. Ora, se eles falam o tempo todo em democracia, se querem levar democracia aos quatro cantos – mesmo para não cumprirem quando é do seu interesse, como foi o caso no Iraque – e para isso prendem, arrebentam (ou mandam prender e arrebentar), compram, influenciam governos e quando não dá mandam os Marines – então, eu, você, qualquer um tem o direito de votar, posto que eles fazem a merda e quem paga a conta somos nós todos. Taí a merda toda com o preco do petróleo, que nao me deixa mentir. Portanto proponho que minha proposta seja enviada para a ONU e que seja votada no no grande plenário – ainda que eu saiba que não vai adiantar muito caso seja aprovada, porque ao fim e ao cabo eles não respeitam resolução da ONU da qual não gostam. Mas de qualquer maneira, fica a proposta. Sobretudo depois que a Sra. Clinton no vídeo abaixo, disse que os “americanos brancos” votam nela
Levou pau de todo lado. ao dizer que havia um “padrao emergindo” das pesquisas de que os brancos a preferiam criticou o NYT “Yes, there is a pattern — a familiar and unpleasant one. It is up to Mrs. Clinton to change it if she hopes to have any shot at winning the nomination or preserving her integrity and her influence if she loses.”
Para ler mais leia o editorial do “NYT” ou a coluna da Maureen Dowd no mesmo jornal.




