Vergonha!!!
Guardem essa data: quarta-feira, 26 de novembro de 2008 porque deverá ser considerado o dia da vergonha nacional, a prova de que neste país o “voce sabe com quem está falando” ainda supera o estado de direito.
Digo isso porque ontem, por unanimidade (pasmen!) os 23 desembargadores do Tribunal de Justiça de Sao Paulo consideraram inocente o promotor Thales Schoedl.
Apenas para lembrar, ele é acusado de matar a tiros o estudante Diego Mendes Modanez, que tinha 20 anos, e de ferir Felipe Siqueira Cunha de Souza, na Riviera de São Lourenço, em Bertioga, no litoral paulista, na madrugada de 30 de dezembro de 2004. Schoedl alegou ter sido acuado por um grupo de rapazes que o ameaçavam e que teriam mexido com sua namorada. Ele afirmou ter disparado dois tiros de advertência com sua pistola semi-automática calibre 380 e, vendo que os agressores ainda avançavam, teria fechado os olhos e disparado cerca de dez tiros, dos quais quatro atingiram Felipe e dois, Diego que morreu sem ter sequer uma pedar na mao.
Desde o crime, Schoedl foi exonerado e reintegrado ao cargo de promotor por quatro vezes. A última exoneração foi no final de agosto passado, o que causou adiamento do julgamento por o promotor ter perdido o direito a foro especial. Com a reintegração, no início de outubro, por meio de uma liminar concedida pelo ministro Carlos Alberto Menezes Direito, do Supremo Tribunal Federal (STF), Schoedl voltou a receber salário de R$ 18.009,75 (mesmo sem trabalhar, por ter o exercício das funções suspenso) e a ter direito a foro privilegiado. Foi esse foro que o julgou e o inocentou e Schoedl volta livre para as ruas com esse salario pago pelo dinheiro público.
Ou seja, neste país, se voce ganha um bom salário, tem foro privilegiado e ganha automaticamente o direito de matar quem mexer com sua namorada e sair numa boa. Por unanimidade!! Em nome da honra e dos bons costumes. Voilà!
A mãe de Diego, Sônia Mendes Modanez, 50, disse que sentia vergonha de ser brasileira. E esse juri que consegui votar por unanimidade, sentem o quê?
Porque hoje é sábado,, dia de amenidades
Depois de um longo sumico, volto a postar neste blog. E como hoje é sábado, dia de amenidades, nada melhor do que um pouco de diversao.Sendo assim, segue uma contribuicao pra unificacao ortografica do portugues

Lembrando também que a região GLÚTEA (bunda) lá chama-se CU.
Assim, quando a mãe diz que vai aplicar uma injeção na nádega do
rapaz diz ‘ vou aplicar uma pica no cu do puto’ e se for uma palmada
numa criança fala: ‘ meto-te cinco dedos no cu, canalha’
Condições de vida dos negros continuam inferiores às dos brancos no Brasil
Passei as ultimas semanas atribulado e nao postei nada aqui. Infelizmente minha primeira postagem depois da pausa seja tao triste. Saiu hoje o estudo sobre desigualdade racial e de gêneros do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e o números falam por si.

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Os índices de escolaridade, renda e pobreza da população negra
registraram melhoras entre 1996 e 2006, mas as condições de vida
continuam inferiores às dos brancos no Brasil. A avaliação é de estudo
sobre desigualdade racial e de gêneros divulgado nesta terça-feira (9)
pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).
A designação “branco” ou “negro” foi estabelecida segundo auto-declaração dos pesquisados.
Segundo o estudo, em 1996, 82,3% dos negros estavam matriculados
em etapas do ensino fundamental adequadas à sua idade e apenas
13,4% no ensino médio. Em 2006, essa porcentagem subiu para
94,2% no ensino fundamental e 37,4% no médio. Ou seja, muito menos que os 58,4% de brancos no ensino
médio.
A renda média do trabalhador negro também cresceu, embora
o aumento não seja muito expressivo: o rendimento médio
de 2006 foi R$ 19. (19 reais!!!!) mais alto que em 1996, ou 3,93%. Mas, detalhe importante, a queda da diferença entre os dois grupos se deu devido a
diminuição dos rendimentos dos brancos, que
passaram de R$ 1.044,20 a R$ 986,50. Ou seja, na verdade o rendimento dos negros nao aumentou. E, notem bem, o estudo mostra que as diferenças ainda sao abissais posto que os brancos ainda vivem com quase o dobro da renda mensal per capita dos
negros.
Segundo o professor Claudio Dedecca, do departamento de
Economia da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas): “A renda dos negros é extremamente baixa comparada à dos
brancos, e está muito próxima ao valor do salário
mínimo”, diz ele em entrevista à repórter Silvana Sales, do UOL.
Mais importante, ainda, nota ele, é a diferença de como se deu o “aumento” da renda dos negros: devido ao aumento do salário mínimo. Diz ele:
“O comportamento da renda dos brancos é definido por negociação
coletiva ou fluxos do mercado de trabalho. Então, nesses últimos 13, 14
anos, acompanhou a queda na renda média da população. Já a dos negros
está associada à evolução da política do salário mínimo.”
Mas isso ainda nao é tudo. Além de ter aumentado seus ganhos em funcao de políticas publicas ao invés das negociacoes coletivas ou em funcao de sua capacidade e competência, a evolução da
renda entre negros e queda entre os brancos não se refletiu na
erradicação da pobreza. Para se ter uma idéia, em 1996, 46,7% dos negros eram pobres,
percentual que desceu em 2006 para 33,2 (queda de 13,5%). O que significa que aproximadamente 2 milhões de negros “deixaram” a pobreza ao passo que entre os brancos, em 1996,21,5% eram pobres percentual que caiu para 14,5 (queda de 6,0%) o que significa que mesmo com um percentual menor de queda, o número absoluto de deixaram a pobreza pobreza foi de cerca de 5 milhões.
Segundo o sociólogo Rogério Baptistini Mendes, professor da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (Fesp-SP), em entrevista à mesma jornalista já citada,
A sociedade brasileira foi constituída em três séculos de colonização e
quatro de escravidão. Isso gerou uma estrutura de segregação absoluta
que foi sendo superada ao longo do século 20, mas não na velocidade
necessária para democratizá-la (…) Não temos
mecanismos para distribuir a renda. É como se no século 21, ainda
vivêssemos em uma sociedade escravocrata.
Acho que nao é preciso dizer mais nada sobre a questão racial no Brasil. Por isso, como um defensor das cotas por um período definido, faco minhas as palavras da diretora de Proteção ao Patrimônio Afro-brasileiro da Fundação Palmares, Bernardete Lopes
Acho que essa pesquisa vai fazer algumas pessoas entenderem quando
dizemos que o país precisa de ação afirmativa e precisa de cotas,
porque mostra que não vivemos numa democracia racial, e que a
discriminação não era pela pobreza, mas sim pela raça e pela cor
E olha que nao citei dados sobre o acesso dos negros à universidades ou ao grupo dos 10% mais ricos da população. Aí então, a questão é calamitosa. Ah, e tem também a questão de gênero…situação em que juntos, negros e mulheres brasileiras bem que podem reivindicar para si o status de refugiados econômicos e pedir providencias ao ACNUR/ONU.
Novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa
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Logo agora que finalmente eu tinha conseguido decorar tudo… Bem, prá quem quer já ir praticando e não quer demorar mais “trocentos” anos prá decorar, seguem algumas das novas regras |
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| Alfabeto | ||||
| Nova Regra | Regra Antiga | Como Será | ||
| O alfabeto é agora formado por 26 letras | O “k”, “w” e “y” não eram consideradas letras do nosso alfabeto. | Essas letras serão usadas em siglas, símbolos, nomes próprios, palavras estrangeiras e seus derivados. Exemplos: km, watt, Byron, byroniano | ||
| Trema | ||||
| Nova Regra | Regra Antiga | Como Será | ||
| Não existe mais o trema em língua portuguesa. Apenas em casos de nomes próprios e seus derivados, por exemplo: Müller, mülleriano | agüentar, conseqüência, cinqüenta, qüinqüênio, freqüência, freqüente, eloqüência, eloqüente, argüição, delinqüir, pingüim, tranqüilo, lingüiça | aguentar, consequência, cinquenta, quinquênio, frequência, frequente, eloquência, eloquente, arguição, delinquir, pinguim, tranquilo, linguiça. | ||
| Acentuação | ||||
| Nova Regra | Regra Antiga | Como Será | ||
| Ditongos abertos (ei, OI) não são mais acentuados em palavras paroxítonas | assembléia, platéia, idéia, colméia, boléia, panacéia, Coréia, hebréia, bóia, paranóia, jibóia, apóio, heróico, paranóico | assembleia, plateia, ideia, colmeia, boleia, panaceia, Coreia, hebreia, boia, paranoia, jiboia, apoio, heroico, paranoico | ||
| Obs: nos ditongos abertos de palavras oxítonas e monossílabas o acento continua: herói, constrói, dói, anéis, papéis. | ||||
| Obs2: o acento no ditongo aberto “eu” continua: chapéu, véu, céu, ilhéu. | ||||
| Nova Regra | Regra Antiga | Como Será | ||
| O hiato “oo” não é mais acentuado | enjôo, vôo, corôo, perdôo, côo, môo, abençôo, povôo | enjoo, voo, coroo, perdoo, coo, moo, abençoo, povoo | ||
| O hiato “ee” não é mais acentuado | crêem, dêem, lêem, vêem, descrêem, relêem, revêem | creem, deem, leem, veem, descreem, releem, reveem | ||
| Nova Regra | Regra Antiga | Como Será | ||
| Não existe mais o acento diferencial em palavras homógrafas | pára (verbo), péla (substantivo e verbo), pêlo (substantivo), pêra (substantivo), péra (substantivo), pólo (substantivo) | para (verbo), pela (substantivo e verbo), pelo (substantivo), pera (substantivo), pera (substantivo), polo (substantivo) | ||
| Obs: o acento diferencial ainda permanece no verbo “poder” (3ª pessoa do Pretérito Perfeito do Indicativo – “pôde”) e no verbo “pôr” para diferenciar DA preposição “por” | ||||
| Nova Regra | Regra Antiga | Como Será | ||
| Não se acentua mais a letra “u” nas formas verbais rizotônicas, quando precedido de “g” ou “q” e antes de “e” ou “I” (gue, que, GUI, qui) | argúi, apazigúe, averigúe, enxagúe, enxagúemos, obliqúe | argui, apazigue,averigue, enxague, ensaguemos, oblique | ||
| Não se acentua mais “I” e “u” tônicos em paroxítonas quando precedidos de ditongo | baiúca, boiúna, cheiínho, saiínha, feiúra, feiúme | baiuca, boiuna, cheiinho, saiinha, feiura, feiume | ||
| Hífen | ||||
| Nova Regra | Regra Antiga | Como Será | ||
| O hífen não é mais utilizado em palavras formadas de prefixos (ou falsos prefixos) terminados em vogal + palavras iniciadas por “r” ou “s”, sendo que essas devem ser dobradas | ante-sala, ante-sacristia, auto-retrato, anti-social, anti-rugas, arqui-romântico, arqui-rivalidae, auto-regulamentação, auto-sugestão, contra-senso, contra-regra, contra-senha, extra-regimento, extra-sístole, extra-seco, infra-som, ultra-sonografia, semi-real, semi-sintético, supra-renal, supra-sensível | antessala, antessacristia, autorretrato, antissocial, antirrugas, arquirromântico, arquirrivalidade, autorregulamentação, contrassenha, extrarregimento, extrassístole, extrasseco, infrassom, inrarrenal, ultrarromântico, ultrassonografia, suprarrenal, suprassensível | ||
| Obs: em prefixos terminados por “r”, permanece o hífen se a palavra seguinte for iniciada pela mesma letra: hiper-realista, hiper-requintado, hiper-requisitado, inter-racial, inter-regional, inter-relação, super-racional, super-realista, super-resistente etc. | ||||
| Nova Regra | Regra Antiga | Como Será | ||
| O hífen não é mais utilizado em palavras formadas de prefixos (ou falsos prefixos) terminados em vogal + palavras iniciadas por outra vogal | auto-afirmação, auto-ajuda, auto-aprendizagem, auto-escola, auto-estrada, auto-instrução, contra-exemplo, contra-indicação, contra-ordem, extra-escolar, extra-oficial, infra-estrutura, intra-ocular, intra-uterino, neo-expressionista, neo-imperialista, semi-aberto, semi-árido, semi-automático, semi-embriagado, semi-obscuridade, supra-ocular, ultra-elevado | autoafirmação, autoajuda, autoaprendizabem, autoescola, autoestrada, autoinstrução, contraexemplo, contraindicação, contraordem, extraescolar, extraoficial, infraestrutura, intraocular, intrauterino, neoexpressionista, neoimperialista, semiaberto, semiautomático, semiárido, semiembriagado, semiobscuridade, supraocular, ultraelevado. | ||
| Obs: esta nova regra vai uniformizar algumas exceções já existentes antes: antiaéreo, antiamericano, socioeconômico etc. | ||||
| Obs2: esta regra não se encaixa quando a palavra seguinte iniciar por “h”: anti-herói, anti-higiênico, extra-humano, semi-herbáceo etc. | ||||
| Nova Regra | Regra Antiga | Como Será | ||
| Agora utiliza-se hífen quando a palavra é formada por um prefixo (ou falso prefixo) terminado em vogal + palavra iniciada pela mesma vogal. | antiibérico, antiinflamatório, antiinflacionário, antiimperialista, arquiinimigo, arquiirmandade, microondas, microônibus, microorgânico | anti-ibérico, anti-inflamatório, anti-inflacionário, anti-imperialista, arqui-inimigo, arqui-irmandade, micro-ondas, micro-ônibus, micro-orgânico | ||
| obs: esta regra foi alterada por conta da regra anterior: prefixo termina com vogal + palavra inicia com vogal diferente = não tem hífen; prefixo termina com vogal + palavra inicia com mesma vogal = com hífen | ||||
| obs2: uma exceção é o prefixo “co”. Mesmo se a outra palavra inicia-se com a vogal “o”, NÃO utliza-se hífen. | ||||
| Nova Regra | Regra Antiga | Como Será | ||
| Não usamos mais hífen em compostos que, pelo uso, perdeu-se a noção de composição | manda-chuva, pára-quedas, pára-quedista, pára-lama, pára-brisa, pára-choque, pára-vento | mandachuva, paraquedas, paraquedista, paralama, parabrisa, pára-choque, paravento | ||
| Obs: o uso do hífen permanece em palavras compostas que não contêm elemento de ligação e constiui unidade sintagmática e semântica, mantendo o acento próprio, bem como naquelas que designam espécies botânicas e zoológicas: ano-luz, azul-escuro, médico-cirurgião, conta-gotas, guarda-chuva, segunda-feira, tenente-coronel, beija-flor, couve-flor, erva-doce, mal-me-quer, bem-te-vi etc. | ||||
| Observações Gerais | ||||
| O uso do hífen permanece | Exemplos | |||
| Em palavras formadas por prefixos “ex”, “vice”, “soto” | ex-marido, vice-presidente, soto-mestre | |||
| Em palavras formadas por prefixos “circum” e “pan” + palavras iniciadas em vogal, M ou N | pan-americano, circum-navegação | |||
| Em palavras formadas com prefixos “pré”, “pró” e “pós” + palavras que tem significado próprio | pré-natal, pró-desarmamento, pós-graduação | |||
| Em palavras formadas pelas palavras “além”, “aquém”, “recém”, “sem” | além-mar, além-fronteiras, aquém-oceano, recém-nascidos, recém-casados, sem-número, sem-teto | |||
| Não existe mais hífen | Exemplos | Exceções | ||
| Em locuções de qualquer tipo (substantivas, adjetivas, pronominais, verbais, adverbiais, prepositivas ou conjuncionais) | cão de guarda, fim de semana, café com leite, pão de mel, sala de jantar, cartão de visita, cor de vinho, à vontade, abaixo de, acerca de etc. | água-de-colônia, arco-da-velha, cor-de-rosa, mais-que-perfeito, pé-de-meia, ao-deus-dará, à queima-roupa | ||
LDU cala o Maracanã – apesar da “patriotada” da Globo
Assisti à final da Copa Libertadores ontem à noite e fiquei
impressionado pela patriotada promovida e pelas bestialidades nesse sentido que
proferidas pelo narrador da Rede Globo. Coisas do tipo “o Brasil inteiro é
Fluminense” quando é sobejamente sabido que muita gente torceu contra, não
porque não são brasileiros, mas simplesmente porque não torcem pelo Fluminense,
ou porque torcem pelo time rival. Para mim, por exemplo, que não acompanho e
nem me interesso por futebol, tanto fazia que ganhasse desde que eu tivesse a
oportunidade assistir a um bom jogo de futebol o que de fato foi, apesar dos
erros dos Árbitros.
Mas, voltando à patriotada, fiquei pasmo com o tom de união cívica proferida
pela maior emissora do país como se um jogo entre dois times de futebol tivesse
alguma coisa a ver com o sentimento pátrio. Talvez seja por isso que o tal
apresentador insistia em chamar a equipe equatoriana de “Seleção”,
ato falho várias vezes repetido com o intuito de tentar dar ao jogo uma
característica que ele não tinha. Não estavam se enfrentando as seleções dos
dois países, mas sim clubes de futebol. Não era Brasil x Equador, mas
Fluminense x Liga. Fiquei impressionado pela discriminação aos
equatorianos que nem sequer foram entrevistados nos intervalos ou pela quase
absoluta falta de closes de seus jogadores, exceto quando era impossível não o
fazer.
Impressionante também foi persistente atitude de desqualificar a equipe
equatoriana, não lembrando, por exemplo, que a estratégia do técnico daquela
equipe em escalar um goleiro que não estava 100% fisicamente, na verdade estava
contundido, foi um golpe de mestre que desequilibrou a partida como se viu no
final, ou ainda, louvando a “experiência” do Luis
Alberto mas não a do goleiro que pouco antes de Thiago Neves bater seu pênalti
o desconcentrou, obrigando-o a cobrar de novo, e errar.
Impressionante também notar que os torcedores do Fluminense eram mostrado em
closes (90% mulheres, brancas, “por supuesto”) e a torcida
equatoriana nao mereceu sequer um close e foi mostrada 3 ou 4 vezes ao longo do
jogo, se tanto. Mesmo ao final, quando a LDU sagrou-se campeã, diante da impossibilidade
de negar o fato, as câmaras da emissora mostraram somente a torcida como um
todo. Nenhum close, nenhuma entrevista e nem sequer exibiram o time equatoriano
erguendo a taça.
Deprimente a atuação dessa emissora e de seu apresentador. Se foi assim agora,
imaginem como vai ser na Copa de 2014. Haja patriotada. Vai ser algo que nem
Goebbels…
Bom, deixa prá lá.
Lei seca no trânsito
Uma contribuição ao debate sobre a “Lei Seca”.
Trata-se de mais um dos jogos de cena que se faz no país. Está certo que as mortes e acidentes no trânsito em nosso país é catastrófica e alguma coisa precisa ser feita para melhorar pois afinal é importantíssimo punir os bêbados no volante, gente irresponsável e criminosa que merece mesmo responder por crime doloso mas a nova é absurda, moralista e não passa de jogo de cena. Não passa de jogo de cena porque já havia neste país leis que coibiam bêbados ao volante – vale lembrar que a lei anterior punia motoristas que tivessem mais do que 6 dg de álcool por litro de sangue, o que apenas a título de comparação é mais rigoroso do que os limites em vigor no Canadá e Estados Unidos (que permitem até 8 dg por litro), para citar só dois exemplos e onde o índice de acidentes é inferior ao nosso. Qual a diferença então? É que nestes países e muitos ouros na Europa é que lá a lei é séria. Sejam as quantidades de álcool permitida maior ou menor que a nossa lei anterior o fato é que lá mas a fiscalização é séria. A chance de ser pego dirigindo embriagado é altíssima e onde vai-se realmente prá cadeia ou perde-se sua carteira. A lei aqui já previa uma série de penalidades e é bom que agora tenha colocado os crimes cometidos ao volante por um motorista alcoolizado seja considerado doloso.
Acontece que aqui mesmo com a lei anterior, com taxa permitida superior às de EUA e Canadá, nunca se aplicou de fato a lei, a fiscalização sempre foi próxima de zero e a punição então, nem se fala. — fiscalizar e punir. Eram punições brandas. Sim eram, e já disse que concordo com o rigor da lei atual,Acontece que ao invés de fazer um esforço para ampliar a fiscalização e as punições, preferiu-se uma lei rigorosa que no final só vai aumentar os casos de corrupção na linha de frente do combate ao motorista embriagado ao colocar um limite de álcool que equivale, na prática, a proibir qualquer consumo de bebida alcoólica para quem vai dirigir. Dessa maneira o cidadão honesto, trabalhador e pagador de seus impostos que for pego depois de ter tomado 2 cálices de vinho durante um jantar, prá não ter seu nome e sua reputação jogada na lama, preferirá pagar ao menos parte senão a totalidade dos quase mil reais que ele terá de pagar de qualquer modo ser for multado. Ou seja, essa lei é um incentivo à corrupção.
Com isso essa lei estará, muito à brasileira, reinventando o princípio da lei que é punir aqueles cidadãos realmente bêbados que matam, mataram e poderão matar dezenas de inocentes na ruas. A fiscalização deve fiscalizar e multar o bêbados, como certamente estavam os motoristas da maioria dos acidentes e das mortes causadas por motoristas bêbados e não correndo atrás do cara que comeu dois bombons de chocolate com rum, por exemplo.
Mas, o pior dessa lei é que ela é discriminatória: discrimina os mais pobres que não têm dinheiro prá pagar um taxi ou um motorista, por exemplo e, o que é pior, entre em vigor sem que se realize um “enforcement” que crie condições ao cidadão de se divertir, oferecendo transporte público de qualidade a noite inteira em todas as linhas a cada meia hora pelo menos; aumentando a iluminação e a segurança nas ruas para aqueles que se dispõem a voltar para casa caminhando ou, ainda, barateando o preços das corridas de taxi – esse cartel absurdo que torna andar de taxi simplesmente inviável na maioria das cidades de nosso país.Ou seja, essa lei, do jeito que está transforma qualquer cidadão em pária em escória porque sem ter dinheiro e transporte público decente ele será sistematicamente obrigado transgredir a lei.
Na verdade, como está, essa lei é o coroamento do lobby conservador, dos reacionários que lutam contra a bebida alcoólica. Teria sido coisa do lobby sem cara dos cartéis da droga? Afinal, do jeito que está fica mais fácil o cidadão entupir o nariz de cocaína – que não tem bafômetro (ou será que vão criar o piresometro, que o policial entrega ao motorista pra dar uma assoada para ele verificar se houve ou não consumo?)
ABAIXO A CENSURA!
Por todo o país, já faz algum tempo tem pipocado liminares emitidas por juízes que aparentemente nao têm nenhum respeito pelas liberdades públicas, se é que naos estao legislando baseados em interesses escuso. Como atingem pequenos orgas de imprensa em cidades também pequenas nao repercutem na midia nacional até porque muitas vezes sao medidas tomadas em perimeira instancia que sao logo depois anuladas. Mas o fato é: está em marcha um movimento que nao podemos tolerar de maeira alguma até porque muitos orgas acabam sofrendo com as onerosas custas dos processos e as demoradas contestacoes que em muitos cass podem inviabilizar a própria sobrevivencia do órgao.
Nos ultimos dias porám estamos assistindo pasmos atos do Ministério Público e da magistratura que só podem ser explicados por uma visao distorcida da funcao e das das garantias constitucionais que o protegem. As multas aplicadas à Folha de S.Paulo e a Veja São Paulo pela publicacao de entrevistas com a pré-candidata Marta Suplicy e ao Jornal Estado de Sao Paulo, por uma entrevista com o prefeito Gilberto Kassab por configurarem propaganda antecipada é um absurdo e a liminar do juiz substituto Ricardo Geraldo Rezende Silveira, da 10ª Vara Federal Cível de São Paulo, proibindo o Jornal da Tarde e O Estado de S. Paulo de publicarem reportagem sobre possíveis irregularidades no Conselho Regional de Medicina de São Paulo (Cremesp), sob investigação do Tribunal de Contas da União, beira o acinte. Neste ultimo caso, trata-se de censura prévia algo que nos faz lembrar os piores momentos da ditadura militar, quando a imprensa era proibida de publicar o que não interessasse ao regime. E o que é que muito mais grave: fere a Constituição que explicitamente proíbe a censura à imprensa ao dizer que nenhuma lei poderá ”constituir embaraço à plena liberdade de informação jornalística”. O abuso cometido por qualquer meio de imprensa é punido, muito aacertadamente quanto for esse o caso, “a posteriori, nunca previamente” é bom lembrar pessoas e magistrados que mesmo após tanto tempo teimam em ferir os direitos mais elementares previsto nas leis e na jurisprudência.
A presenca militar americana na AL
Em primeiro de julho, a marinha dos Estados Unidos reativará a Quarta Frota, desativada em 1950, com a intenção de “combater o terrorismo”, as “atividades ilícitas”
A frota será comandada pelo contra-almirante Joseph D. Kernan,
atual chefe do Comando de Táticas Especiais de Guerra Naval, terá sua base em
Mayport, Flórida, e dependerá do Comando Sul, com sede em Miami. Onze navios,
entre eles um porta-aviões e um submarino nuclear, serao o núcleo inicial da
frota.
A decisão do Pentágono ocorre em um momento complexo na América do Sul e
de extrema volatilidade nos mercados de commodities, sobretudo petróleo. Não se
deve esquecer que um terço das importações deste mineral pelos Estados Unidos
provém da Venezuela, México e Equador, o que converte a região em um espaço
estratégico para manter a supremacia econômica e militar do principal país do
planeta. Outro ponto a considerar sao as fortes tendências de instabilidade na
região, como mostram as recentes revoltas no Haiti, a disputa pela hegemonia na
Bolívia e oa locautes contra o governo de Cristina Kirchner, na Argentina.
Diante deste panorama a reativação da Quarta Frota representa uma aposta em um
tipo de intervencionismo de caráter aeronaval e não terrestre, tendo em vista
que atolado no Iraque e Afeganistão, o Pentágono não dispõe de forças
terrestres para enviar para outros teatros de operações. Daí a aposta no
fortalecimento, através de meios aéreos e navais, para controlar uma região que
cada vez mais se torna menos amável.
Outro ponto a se considerar é a denuncia já inúmeras vezes feita por Hugo
Chaves de que o Pentágono está construindo e que os Estados Unidos estam
construindo uma base militar na Colômbia. Segundo a denuncia um dos objetivos
da base é substituir a base militar de Manta, cuja renovação de permissão de
permanência no Equador não foi assinada e termina no próximo ano. Na América
Latina, os EUA já possuem bases militares em Guantánamo (Cuba), Aruba
(Curaçao), Manta (Equador), Comapala (El Salvador), Comayagua (Honduras) e o
aeroporto Mariscal Estigarribia (Paraguai).
Exército no morro da Providência

Foto: Agência O Globo / Hipólito Pereira
AS FORCAS ARMADAS NAO DEVEM NUNCA; JAMAIS intervir em problemas de seguranca pública.
Existe neste pais um movimento reacionário ditado por uma psudoburguesia que só querem manter privilégios quase monarquicos – prá nao dizer escravocratas – com poder de expessao que defende que as forcas armadas interfiram nas questroes de seguranca publica. Seguranca pública é dever da Polícia e nao é porque a polícia desse ou daquele estado nao funciona ou está contaminada, como se diz por aí, que o exército deve substituí-la. Aliás, nao se criou a tal da Forca Nacional exatamente para isso?
Por mais que o exército brasileiro seja muito mais um gasto desnecessário para manter oficiais e sub-oficiais recebendo bons salários, fazendo educacao física e brincando de guerrinha, isso nao sugnifica que ele deva ser usado para combater criminoso em favela, na rua ou onde quer que seja. Deve sim proteger as fronteiras nacionais de maneira efetiva para impedir ou ao menos diminuir drásticamente a acao de narcotraficantes.
O exército brasileiro é constitutíudo basiucamente de conscritos e ainda que nos ultimos anos tenha praticamente só alistado “voluntários” isso nao quer dizer que conscrito deva lutar contra criminoso comum. Questiono até se deva lutar contra um outro exército!
Por isso, temos que ser radicais nessa questao: exército nao é polícia.
Uma lágrima para…
…. Jamelão, da Mangueira. Nao preciso dizer mais nada. Vai fazer muita falta.
…Esbjörn Svensson pianista sueco, formador do E.S.T. , trio cuja fusão de lirismo melódico com sonoridades inspiradas no rock marcou o jazz moderno, tendo sido aundialmente aclamado e premiado pelo álbum “Strange Place for
Snow”, de 2002, nove anos depois do lançamento de seu primeiro disco,
ganhando inclusive o Guinness Jazz no European Awards. O grupo
também recebeu o prêmio de melhor artista internacional no BBC Jazz
Awards de 2003. Dois anos mais tarde, o trio tornou-se a primeira banda
européia da jazz a sair na capa da revista americana Downbeat, especializada no estilo musical.O lançamento do 12º álbum do EST, “Leukocyte”, está marcado para setembro.Morreu no último dia 14 de junho, em Estocolmo.
Se voce nao conhece o excelente trabalho do músico, assista ao vídeo abaixo
veja outros vídeos de Esbjörn Svensson clicando aqui
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